Mirtes Maria Martiniano Ferreira
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Mesa arrumada para almoço ou jantar.

Não tem nada melhor do que fazer uma refeição numa mesa limpa e bonita. Formalidade é para a hora da formalidade. Porém, há pessoas que são formais o todo tempo, então, vamos começar pelo formal, daí é só ir retirando ou substituindo alguns itens para chegar à informalidade.


 Muita gente acha que mesa formal é “frescura”, muita gente acha que é uma questão de bom gosto e elegância, muita gente está habituada a isso ou não. Mas a verdade é que tudo tem uma lógica na organização de uma mesa e faz parte de uma cultura antiga. Uma cultura de pessoas mais abastadas, e, como não devemos ter preconceitos com as culturas dos menos abastados, também não devemos tê-los com as dos mais abastados.

Nessa ilustração, só falta uma toalha bem fina e um arranjo de flores para termos uma mesa completa para um jantar formal. É lógico que não vamos usar todos os itens, se não houver todos os pratos a serem servidos ou todas as bebidas. A mesa deverá ser posta de acordo com o que será servido.

A taça de espumante é para o caso do mesmo ser servido a noite toda, ou só será apresentada à mesa na hora do brinde – é a mais compridinha atrás das demais. Se não houver espumante, nem brinde, não há porque ela aparecer na mesa;

A taça de água ou suco estará lá, a primeira da esquerda para a direita;

A taça de vinho tinto, a segunda da esquerda para a direita, também só estará na mesa se houver o vinho tinto para servir;

A taça de vinho branco, a terceira da esquerda para a direita também estará lá se houver o mesmo;

A tacinha de aperitivo é a menor, a quarta tacinha e entra no mesmo processo.

A disposição das taças é sempre à direita e acima dos pratos, na posição que se encontram na ilustração.

Os talheres de sobremesa ficam acima dos pratos: faca com o corte para dentro e cabo voltado para a direita, garfo com os dentes para cima e cabo voltado para esquerda e colher com o lado côncavo para cima e cabo voltado para a direita, isso por que, dessa forma, eles já estão na posição correta de serem usados. Garfo sempre à esquerda, faca e colher, sempre à direita.

Faca de carne, primeira ao lado direito do prato;

Faca de peixe (de formato diferente), logo à direita da faca de carne;

Faca de salada, logo à direita da faca de peixe;

Colher de sopa é à última à direita;

Facas sempre posicionadas com o corte voltado para os pratos;

Esta é a ordem em que serão usadas, de fora para dentro, de acordo com os pratos que vão sendo servidos, do primeiro ao último;

O mesmo acontece com os garfos que são posicionados à esquerda dos pratos:

Garfo para carne, o mais próximo dos pratos;

Garfo para peixe, logo à esquerda do garfo para carne, também tem formato diferente com a faca para peixe.

Garfo para salada, o último à esquerda.

Muitas vezes os talhares para o peixe e a salada são os mesmos. Assim, teremos apenas dois garfos e duas facas na mesa.

Os garfos devem ser alinhados pelos dentes e as facas pelos cabos.

Pratinho de pão é para quando tem pão a ser servido e a faquinha de manteiga pode ser posicionada como na figura, ou retinha na extremidade direita do pratinho. Esta faquinha só será usada se tiver manteiga ou pasta para o pão, é mais comum em restaurantes. 

O suplat, prato maior, sustenta os pratos raso e fundo;

O prato raso acima do suplat é o principal;

O prato fundo é o de sopa, ele está acima do prato principal, pois se houver sopa, ela será a primeira da lista a ser servida.

Assim o prato de sopa será retirado junto com a colher usada e será servido o próximo prato que é a salada, que em seguida será substituído pelo prato de peixe e, por último, o prato com a carne. Viu como os talheres ficaram na ordem de fora para dentro?

Depois disso tudo virá a sobremesa. O uso da faquinha de sobremesa é controverso. Parte-se do princípio que a sobremesa não precisa ser cortada, por ser tenra ou por já vir em pedaços, a faquinha seria para cortar frutas, mas estas também, já devem ser servidas descascadas e cortadas, se fizerem parte da sobremesa. Então, deve-se verificar se esta faquinha é viável para cada momento.

O guardanapo de pano deve ser dobrado bem certinho e ficar ao lado dos garfos ou sobre o prato, dando a impressão de ter sido pouco manuseado, se quiser enfeitar pode e deve, mas nada de exageros. A leveza e a simplicidade animam os apetites, criatividade e beleza não são sinônimos de extravagância, se inventarmos demais podemos tornar a refeição um fiasco.

Toalha tem que ser bonita, de um tecido fino: linho ou renda, com os guardanapos acompanhando.

As louças, o mais finas possível, assim como os talheres e taças. Mas sempre acompanhando o mesmo estilo.

Um arranjo de flores é fundamental, mas deve ser baixinho para não atrapalhar a visão dos comensais enquanto conversam, e de flores naturais, que não sejam muito perfumadas, o que pode superar o aroma dos pratos e até causar uma crise alérgica em algum convidado (um vexame).

Nunca se coloca cinzeiros na mesa. Fumar é proibido!

Saleiros, um para cada dois comensais, podem estar na mesa.

Pimenteira, não pode!

Castiçal e velas só em jantares, com as velas acesas. Nada de almoço a velas. Isso não existe, nem se houver um eclipse ao meio dia.

Existe uma tigelinha, que não se encontra na ilustração, que fica acomodada na parte superior esquerda dos pratos, no lugar do pratinho de pão, nos restaurantes ela pode ser trazida ao término da refeição. É uma tigelinha que se chama lavanda e que vem com um pouco de água morna, onde os comensais molharão as pontas dos dedos e enxugarão no guardanapo, caso haja algum alimento para se comer com as mãos.

Todo esse conjunto deve ocupar, no máximo, 60 cm, o bastante para acomodar cada comensal, é o território de cada um à mesa. Se colocarmos os copos enfileirados na horizontal, ocuparemos o lugar do comensal ao lado, por isso há esta disposição.

Agora que já sabemos montar uma mesa formal, vamos partir para a informal, o que é muito fácil, pois basta apenas retirar e substituir materiais.

A toalha muda para uma mais simples, ou para um americano; a louça não é mais tão fina, nem os talheres e taças; o suplat pode chegar a desaparecer; não haverá tantos pratos; não haverá tantas taças, que podem até ser substituídas por copos; o guardanapo pode chegar a ser de papel. Agora é só usar o bom gosto e a criatividade para servir uma refeição gostosa e organizada.

 

Um abraço a todos!

 

 

 

 

Blog de Mirtes Maria Martiniano Ferreira

Parabéns!

Olá, Bruno,

Obrigada pelo presente, parabéns pelo maravilhoso trabalho. Ótimo produto a ser indicado a clientes.

Um abraço,

Mirtes Ferreira

Postado em 24 abril 2011 às 12:26

Caixa de Recados (3 comentários)

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Às 4:59 em 13 dezembro 2012, Gustavo Tremel Do Valle Pereira disse...

Olá 

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Diretor Decora.do

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Às 14:47 em 4 março 2011, Mirtes Maria Martiniano Ferreira disse...
Minha profissão, relativamente nova no mercado brasileiro, é um complemento às atividades de engenheiros, arquitetos e decoradores. O personal organizer ou profissional em organização de ambientes, enquadra-se no final dos projetos desses profissionais, quando torna-se necessário organizar os pertences de seus clientes, adequando-os aos espaços recém criados ou modificados.
 
 
 

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